Antes era só uma expectativa. De vida conjunta, de sonhos compartilhados, de promessas de amor sem fim. Bati na porta mais de 3 vezes, me deixando dominar por aquele sentido feminino, pisciano, traidor. Tamanha minha insistência, ela se abriu e eu entrei. Entrei com o corpo, com todo o sentimento, com toda a vida ao redor e encaixei ali. O espaço era pequeno, mas eu ajeitei tudo, amontoei algumas coisas pra depois ordená-las, esperando a permissão.
Tive de ir jogando coisas pela janela, esquecendo a importância delas, fingindo não serem essenciais...não mais do que segurar aquilo que sobrava e estender a ponto de serem suficientes.
O coração aguenta, pensei eu. A mente, eu administro. Engano meu.
Levei quase 5 anos pra confundir toda uma vida. Há quase 5 meses e eu entendo aos poucos, muito lentamente. Já não administro mais a mente, só o corpo e as vezes ele se rebela e treme, se torce, dói. Muitas delas, esse fluído insiste em se externar e deixa meu rosto inchado, feio, triste. Dias de chuva, dias de sol, dias...se arrastam...os dias. E as noites.
Os risos são espasmos, literalmente.
A expetativa é só o passado...ainda muito presente.
E a vida, vai bem...em algum lugar, turista. Espero que suas férias acabem logo.
sábado, 22 de agosto de 2009
Dove sei??
Antes era só uma expectativa. De vida conjunta, de sonhos compartilhados, de promessas de amor sem fim. Bati na porta mais de 3 vezes, me deixando dominar por aquele sentido feminino, pisciano, traidor. Tamanha minha insistência, ela se abriu e eu entrei. Entrei com o corpo, com todo o sentimento, com toda a vida ao redor e encaixei ali. O espaço era pequeno, mas eu ajeitei tudo, amontoei algumas coisas pra depois ordená-las, esperando a permissão.
Tive de ir jogando coisas pela janela, esquecendo a importância delas, fingindo não serem essenciais...não mais do que segurar aquilo que sobrava e estender a ponto de serem suficientes.
O coração aguenta, pensei eu. A mente, eu administro. Engano meu.
Levei quase 5 anos pra confundir toda uma vida. Há quase 5 meses e eu entendo aos poucos, muito lentamente. Já não administro mais a mente, só o corpo e as vezes ele se rebela e treme, se torce, dói. Muitas delas, esse fluído insiste em se externar e deixa meu rosto inchado, feio, triste. Dias de chuva, dias de sol, dias...se arrastam...os dias. E as noites.
Os risos são espasmos, literalmente.
A expetativa é só o passado...ainda muito presente.
E a vida, vai bem...em algum lugar, turista. Espero que suas férias acabem logo.
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